Clínica Sesma

TRATAMENTO PARA ENGRAVIDAR - CASAL HOMOAFETIVO

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Casal feminino

Com o avanço das técnicas de Reprodução Assistida, o sonho de famílias que antes não poderiam ter seus próprios filhos por viverem em relacionamento com pessoa do mesmo sexo já não é mais um sonho, elas também têm a possibilidade de engravidar através do tratamento de Inseminação Intrauterina ou de Fertilização In Vitro.

Para esses casos, existe a opção de realizar o tratamento com sêmen de doador anônimo ou conforme estabelece a nova resolução do Conselho Federal de Medicina (2294/2021) através de gametas com parentesco de até 4º (quarto) grau, de um dos receptores (primeiro grau – pais/filhos; segundo grau – avós/irmãos; terceiro grau – tios/sobrinhos; quarto grau – primos), desde que não incorra em consanguinidade. Em caso de sêmen de doador anônimo, esse pode ser adquirido de bancos de sêmen autorizados pela ANVISA. Pode-se optar tanto por sêmen de doador internacional como o nacional, a variedade é grande.

Nos sites dos bancos de sêmen o casal terá acesso as seguintes informações:

É possível escolher características como:

  • Cor da pele
  • Cor dos olhos
  • Cor dos cabelos
  • Tipo sanguíneo
  • Peso
  • Altura
  • Profissão
  • Religião
  • Hobbies


INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA (IUI)

Na Inseminação é indicado um indutor ovulatório, ou seja, um remédio para ajudar a crescer os folículos da paciente, formando, no máximo de dois a três folículos. No momento da ovulação, o sêmen do doador (se adquirido através de banco de sêmen) é descongelado, caso o sêmen seja pertencente ao grupo de parentesco, é necessário a presença do doador que realizará a coleta do gameta em um ambiente reservado. O sêmen preparado e transferido para o interior do útero, onde os espermatozoides terão que chegar até as tubas uterinas, encontrar os óvulos e fertilizá-los, formando assim um embrião.

FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV)

Na FIV existe a possibilidade da participação das duas no tratamento, a estimulação ovariana e transferência dos embriões podem ser realizadas na mesma paciente ou um procedimento em cada. Dessa forma, uma das pacientes contribuirá com os óvulos que serão fertilizados com os espermatozoides do doador e a outra paciente será submetida a transferência de embriões e possibilidade de engravidar.

Casal masculino

Para esses os casais homoafetivos masculinos, a única opção de tratamento é a Fertilização In Vitro utilizando uma barriga solidária e óvulos doados.

O útero de substituição, também conhecido como barriga solidária, não deve possuir fins lucrativos. A doadora temporária do útero deve seguir as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.194/21 conforme segue abaixo:

  • A doadora temporária do útero deve pertencer à família de um dos parceiros e ter ao menos um filho e pertencer à família de um dos parceiros em parentesco consanguíneo até o quarto grau (primeiro grau – mãe/filha; segundo grau – irmã/avó; terceiro grau – tia/sobrinha; quarto grau – prima). Demais casos estão sujeitos à autorização do Conselho Regional de Medicina.

 

  • A doação temporária do útero não poderá ter caráter lucrativo ou comercial. Muitos se referem a doação temporária de útero como “barriga de aluguel, porém, no Brasil este termo é inadequado, já que a doação do útero não pode ter fins comerciais.

Os óvulos podem ser obtidos de banco de óvulos ou adquiridos na própria clínica em que se realizará o tratamento, por meio de doação anônima.

Existe também a possibilidade da utilização de óvulos doados com parentesco de até 4º grau de um dos receptores (primeiro grau – pais/filhos; segundo grau – avós/irmãos; terceiro grau – tios/sobrinhos; quarto grau – primos), desde que não incorra em consanguinidade

Nos casos de utilização de barriga solidária os envolvidos no processo – o casal, a cedente temporária do útero e o/a companheiro(a) dela, caso possua – devem passar em uma avaliação psicológica antes de iniciarem o tratamento.

Após realizarem a consulta iniciar, definirem a doadora temporária do útero, escolherem as características da doadora dos óvulos – anônima ou com parentesco – e realizada a avaliação com a psicóloga, realizamos a coleta do sêmen de um dos parceiros, fertilizamos com os óvulos e após 5 dias de desenvolvimento embrionário transferimos os embriões para a cedente temporária do útero. Após 14 dias da transferência teremos o resultado do tratamento.

Em todos os casos, o ideal é que o casal realize uma consulta com um médico especialista em Reprodução Assistida para esclarecer dúvidas sobre o tratamento.

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